A Bélgica é antes de mais nada uma terra de saber-viver e de saber-comer. A culinária belga engloba pratos dos mais simples aos mais refinados. Em todo lugar, pequenos quiosques oferecem batatas fritas, pacotes de pralines e waffles caramelizados.
As batatas e as endívias são os legumes mais usados, assim como os aspargos e os couves de Bruxelas.
Os peixes e frutos do mar são muito apreciados, como as enguias, o arenque e os mexilhões.
A cozinha belga foi indiscutivelmente influenciada pela cozinha Francesa e pela cozinha Flamenca, que diferem bastante entre si no que de mais profundo têm, isto é, nos ingredientes utilizados.
A alimentação é algo de muito importante para os belgas, onde dispendem uma boa parte do seu tempo e do seu ordenado, se efetuarmos uma comparação com a média mundial. As vicissitudes históricas por que este país passou explicam a miríade de influências a que a sua culinária foi sujeita: Romanos, Vikings, Espanhóis, Franceses, Alemães e Holandeses, todos deixaram a sua marca. Mas os belgas gostam de caracterizar a sua própria culinária como contendo a "finesse francesa" servida em "quantidades alemãs".
As raízes verdadeiramente nacionais da cozinha belga remontam à Idade Média, e refletem-se, ainda hoje, na forma como são usados os temperos, as mostardas, os vinagres e os frutos (frescos e secos), de modo a obter combinações equilibradas de agridoce e de doce-salgado no mesmo prato.
As especiarias são usadas com uma enorme frequência, nomeadamente a canela, o açafrão, o gengibre, a noz-moscada, etc., trazidos para o importante porto de Antuérpia na fase dos descobrimentos, e de onde seguiam para o resto da Europa. As ervas frescas são também uma constante, como o cerefólio, o estragão, o tomilho, a salvia e a salsa.
Os belgas cozinham as batatas de mil e uma maneiras, sendo as batatas fritas um dos pratos mais tradicionais do país. Os belgas utilizam nos cozidos mais carne do que peixe, sendo as carnes de porco, de galinha, de vaca, de vitela e de coelho consumidas em grandes quantidades.
Os pratos de caça são também muito apreciados, e podemos encontrar desde coelho até javali, passando por todo o tipo de aves: pato, perdiz, codorniz, galinha-brava, e até mesmo pombos. Tais carnes são muito utilizadas na vasta charcutaria que podemos encontrar na Bélgica.
A Bélgica é antes de mais nada uma terra de saber-viver e de saber-comer. A culinária belga engloba pratos dos mais simples aos mais refinados. Em todo lugar, pequenos quiosques oferecem batatas fritas, pacotes de pralines e waffles caramelizados.
Os clássicos: uma culinária de terroir
Neste pequeno território, as particularidades locais e até mesmo familiares são numerosas: tarte au sucre (torta de açucar), flamiche dinantaise (torta de queijo), tarte al djote brabançonne (torta de frutas e queijo), tarte au riz (torta de arroz)), mas também contam os grandes clássicos, como o hochepot, o waterzoi e os vogels zonder kop ("aves sem cabeça").
As batatas e as endívias são os legumes mais usados, assim como os aspargos e os couves de Bruxelas.
Os peixes e frutos do mar são muito apreciados, como as enguias, o arenque e os mexilhões.
O chocolate
O chocolate belga, tanto o chocolate industrial quanto as pralines artesanais, tem uma reputação mundial. A praline belga é uma invenção que data de 1912. Trata-se de um bombom de chocolate de formatos infinitamente variados, que pode ser recheado com creme de leite, creme de manteiga, ganache, licor, café, pedaços de frutas e de frutas secas, nozes, caramelo, marzipã. Algumas são feitas apenas de chocolate ou apenas de marzipã; também englobam as trufas e as gianduias.
Os chocolatiers belgas mais famosos são Neuhaus e Leonidas.
As cervejas
De sabores particularmente variados, os diferentes tipos de cerveja belga são fabricados nas mais de 120 brasseries ainda em atividade.
A mais popular é a gueuze, obrtida após o envelhecimento durante anos do lambic, cerveja sem espuma preparada no inverno com um lêvedo particular da região de Bruxelas. A kriek e a framboise são preparadas com o maceramento deste mesmo lambic sobre cerejas ou framboesas.
As cervejas trappistes levam o nome de sua abadia de origem (Chimay, Orval, Rochefort, Westmalle, West-Vleteren), mas não devem ser confundidas com as cervejas de abadia, como a Leffe ou Maredsous, muitas vezes menso características. Outras ainda, loiras, ruivas e morenas são muito interessantes.
Na cozinha, a cerveja é utilizada em muitas especialidades, como carbonades (cozidos de carne), lapin aux pruneaux (coelho com ameixas), choesels , brochet à la gueuze, ris de veau des trappistes.

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